CPI Sistema Carcerário: Visita a Pedrinhas

Parte dos deputados federais que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário visitaram, na manhã desta terça-feira (23), o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. O deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA) acompanhou os trabalhos da comissão, que foi conduzida pelo presidente da CPI, Alberto Fraga (DEM-DEF), pelo primeiro vice-presidente, Laudílvio Carvalho (PMDB-MG), e pelo paraense Edmilson Rodrigues (PSOL).

Deputado Weverton durante visita à Pedrinhas

Weverton falou da importância da visita e que acredita que o trabalho da CPI vai permitir fazer uma radiografia do sistema prisional do Estado. “A melhor forma de resolver um problema é conhecê-lo. O trabalho da CPI é importante para diagnosticar a situação do sistema prisional, cujo problema da superlotação é nacional”, analisou.

Durante a visita os parlamentares conversaram com alguns detentos, que relataram o drama enfrentado. Um deles entregou ao deputado Weverton uma carta com informações sobre as condições do estabelecimento.

Weverton, que já havia solicitado uma visita ao Complexo, por meio da CPI da Maioridade Penal, garantiu o seu empenho em busca de melhorias para o estabelecimento prisional e elogiou o plano de ações estabelecido pelo Governo do Estado em parceria com o Supremo Tribunal Federal (STF).

“O governo de Flávio Dino tem avançado, como no caso da assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta com o STF para melhorias no sistema prisional do Maranhão, mas um longo caminho ainda tem que ser trilhado. O estado está enfrentando o problema, sem mascarar nada, o que torna mais fácil diagnosticar e solucionar”, afirmou o pedetista.

Também participaram da visita os deputados estaduais Wellington do Curso (PT), professor Marco Aurélio (PCdoB) e Zé Inácio (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, além do juiz Fernando Mendonça, do senador Roberto Rocha (PSB-MA), do diretor do presídio, do secretário de Administração Penitenciária, Sérgio Murilo, e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA) e da Comissão Maranhense de Defesa dos Direitos Humanos.